Cajueiro

Cajueiro

Somente o vento refrescante,
Que, ataca minha feia face
me deixa culto como um inteligente
bradando no seu íntimo em desface

Da verdade; que procede
transmitindo uma dor
Que incontrolável floresce
Como um monstro de rancor.

Os pássaros, que, nestas galhas
do pé de caju gritam: combate falhas
Como o vento que sempre assim

Faz a paz reinar o cérebro
deixando nenhum mistério.
— Nunca, aqui, almejo o fim.

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