Um poema do nada

Um poema do nada



Alma solta! 
Vontade de escrever,
Amor na escrita,
Poucos amigos,
Falso com si,
Solitário e depressivo,
Vil as vezes,
Rir com nada,
Chora por dentro,
Tenta gritar,
Estuda só,
E mata o mundo,
E agarra o mundo,
Chuta o mundo,
Carrega pesos,
E novamente grita,
Toma água...

E lembra que tem poucos amigos,
Agora volta a escrever,
Toma café,
Brada: DANE-SE TODOS.
E termina o poema rindo.


Nenhum comentário