Faço um verso

Faço um verso

Faço um verso
E a caneta completa.
Derramo rimas no papel
E o mesmo aceita a métrica.
risco os versos. Oh Céus!
Por que neste controverso 

Universo eu sempre erro
A versificação? Fracasso
Sou! Nem contar sílabas
Sei! - Pobre! uso nos traços
Linhas livres. As decasilabas
São demais. Eu sempre deito

Aqui e agarro o modernismo.
Como Oswald, criador desta
Arte, eu tento mudar tudo.
Entrego-me como um poeta
recente as linhas com conteúdo
Diferente. Tchau, parnasianismo.

Nenhum comentário