O bar dos loucos - Danilo Soares

O bar dos loucos - Danilo Soares

Pensando quietamente aqui
Vi nos devaneios puramente
Um bar onde tinha o Augusto
dos Anjos e o Charles Darwin!
Cantando estava ele: Belchior.
Enquanto bebia eu, no canto ali
Chegava o mestre horrorizante,
o velho Poe dando grande susto
No: Einstein, Tesla, Byron e o finn
Das aventuras. O mestre do terror,
Stephen kings, infelizmente vir
Não pode. É Coitada toda mente
Do Bukowski! (O velho caiu justo
Quando estava bom). E veio de mim
Um desejo de gozar a vida e o horror
Também atacou-me! E eu bebi!
Porém ciente que miseravelmente
O corvo que Poe estava, hoje escuto
Sempre desde que usei por ai
A bebida. - Eu vi quando o cara
[sussurrou
No ouvido da mulher! Era o Noel
[em si!
(Poeta da vila. Namorador.
[Claramente
A menina enlouqueceu). Ah,
[eram muitos!
Quando, enfim, bêbados nós pode
[ouvir
Um a o outro, a evolução, poesia,
[enterrou
Em cada mente. E também o fim
De teorias de Einstein e Tesla com
[fonte
E bobinas). Versos tristes e conteúdo
De mortos! Bebemos sem parar.
[E assim
Morremos. De loucura o coração
[secou.


Danilo Soares

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