Amor da humanidade - Poema - Danilo Soares

Amor - Este afeto sublime - 
Que, Por ser, traz e parece
Cheiro de allium: oprime
O ridículo e todo o stress!

Todas estas perturbações
Que à todos traz, não chamo
De amor! Amor; É fluxo, ações
Do todo, da aurora que clamo.

Brado. Como o homem que
Sobe, pula gritando do avião.
Destarte, o grito é um choque
Da cousa de diminuída afeição!

É! Sinto o poder de descargas
Elétricas quando vejo flores
Com misérias, mas o que amarga
E sangra tudo é esta raça nas noites!



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