Morte - Poema - Danilo Soares

Doloroso e grande a súplica...
Lágrimas feita o Carbyne
E o mui forte do Graphene,
N'órgão destrói a tal científica!


A senhora do facão,
Que matou o velho do Sócrates
E o Freud, Platão e Aristóteles,
Inda gosta de atenção...


E Mata desde o otimista,
Pessimista, o professor,
Tio, pai, avô e todo o amor,
E ainda tudo em sua vista!


Nascer para morrer? Ah...
Vida Estranha, Hipócrita,
Desgraçada que me peita
E pergunta: "o que que há?"

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