Poema - Atenção - Danilo Soares

Rio Tinto em hipérboles de lágrimas.
Terça feira tediosa;
Os orvalhos que ficam nas folhagens
É igual a grandiosa
Contagem raivas contidas em rimas.
Vida boa de viagens...
Que viram podres rosas monstruosas...

Em um pensamento bem explicado
Posso bem a te falar:
Todo a falada raiva é por todos
Que vem sempre a me matar
Matando primeiro calmos calados
Também Gentis fixos modos
De minha maneira excessa de amar.

Pois são pessoas que não dão Atenção!
E estas mesmas muito querem.
Porém quando tu as apaga da vida,
Sentem falta! Mas te ferem...
Não ligam a tua satisfação,
Tua risada sentida
Tá ventando vômito e solidão...


Danilo Soares

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