Poema - Café - Gustavo Valério

Poema - Café - Gustavo Valério

Viciantes cafés, mágicos contrafés:
adenosina és? Deixas-me alerta,
tu que me desperta como se as marés
viessem através da alma incerta.

Meu sono consertas, calor desejado!
Quente ou gelado, qual deles preferes?
Por sabor diferes? Doce ou salgado?
Café é sagrado se assim quiseres.

Ainda que alteres a fórmula sua,
será falcatrua logo percebida.
Pois é a bebida que nos acentua,
acende a lua; dá gosto a vida!


Gustavo Valério

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