Finalmente li Memórias Póstumas de Brás Cubas

Finalmente li Memórias Póstumas de Brás Cubas

“Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria. ” Com essas palavras, o narrador de Memórias Póstumas de Brás Cubas resume a sua vida. O tom assumido na obra, bem como as técnicas empregadas na composição romanesca, são alguns dos fatores que justificam o lugar de Machado de Assis entre os maiores escritores do século XIX. Nesse romance repleto de digressões filosóficas, o escritor se vale da posição privilegiada de Brás Cubas, que, como “defunto autor”, narra as suas desventuras e revela as contradições da sociedade brasileira do século XIX, especialmente por meio da análise aprofundada da psicologia das personagens.


 Li Memórias Póstumas de Brás Cubas - Uma das principais e mais famosas obras do Machado de Assis. E eu, que tanto adoro obras realistas, me fascinei mais uma vez por mais um livro do autor.

Esta é uma história que narra os acontecidos do personagem defunto Brás Cubas. Digo logo que, Memórias Póstumas não é um livro de apenas momentos ocorridos e não muitos importantes na vida do personagem, mas sim uma obra que lhe traz filosofia e uma forma mais real do mundo por meio de personagens como o Quincas Borba e/ou até mesmo o louco Brás Cubas – que desde o início conta suas loucuras da infância, relacionamentos esquisitos com mulheres e acaba prendendo o leitor em sua narração.   

Um dos motivos que me fez ler tal livro foi que, ele foi escrito por ninguém menos que MACHADO DE ASSIS, e eu já tinha lido contos e seu outro romance Dom Casmurro. Agora irei tomar vergonha na cara e contar-te: Não sei quando iremos ter mais um escritor como o Machado e também não sei dizer qual é sua obra mais fascinante entre o Memórias  Póstumas e o Dom Casmurro. 

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