Poema ao nado - Danilo Soares

Poema ao nado - Danilo Soares


Antojava telopsia, que, em sinal,
Apresentava Horseman Bojack.
Bebia qual Bukowski. Tudo irreal.
E a janela vertia seus leques
Lovecraftianos tristonhos! Porém,
Estava mais casmurro que a janela.
Óh vida que faz do Homem o refém
Desesperado em horas feias e belas.
O pessimismo devora o otimismo
E o otimismo devora o pessimismo.
Todavia, vezes os dois não se matam
E, metade tu ris, metade choras.
Os seus risos reais são rosas. Murcham. 
Mas os seus risos são, as vezes, auroras.

Danilo Soares

Nenhum comentário