Homem contemporâneo - Soneto - Danilo Soares

Homem contemporâneo - Soneto - Danilo Soares

O Homem contemporâneo vomita
No amor, na paixão, na amizade e tudo.
Continua a ser lobo e tudo o irrita,
E é burro mesmo com conteúdo.

E por trás, é seu rei, e por trás, seu deus.
Maior que todos e menor que todos.
A Hipocrisia sempre o pertenceu,
Também o pertence todos más modos.

Vive utopia e vive por volúpia.
Ignora a arte, também a poesia.
E se tem igual um sol do universo.

Escravo do que o faz sempre cegar.
Ama o caos, ama o que faz chorar,
E a fé deixa tudo de pranto imerso.



Danilo Soares





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