O boêmio - Poema - Danilo Soares

O boêmio - Poema - Danilo Soares

Cabelos dela entre o vento,
Riso no entardecer.
Para que chorar hoje?

Vinho. Vinho!
Aleatoriamente piadas 
Mal contadas e mais risos. 

Dane-se,
Dance como os lábios
Dançam na boca.

Dividindo vinho.
Carpe diem? Carpe diem! 
Porque os jovens merecem.

Amores antigos são antigos,
Paixões presentes são presente,
Dane-se regras ditas anteriormente.


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