O Tempero - Conto Hot

O Tempero - Conto Hot

 Eu tinha lá meus dezesseis anos. É... Acho que era por aí! Dezesseis
anos mesmo. Minha mãe tinha me mandado ir para casa de titia pegar
um tempero para pôr na comida. Por aqui no Nordeste funciona assim:
faltou comida? Que vá na casa do parente próximo pegar “emprestado”. Fui resmungando muito, por conta que meu desenho favorito estava prestes a iniciar e eu iria perder a melhor cena. No meio do caminho, para piorar, havia levado uma topada que me sangrou o dedão do pé. Ô diabos! Inda bem que vi a paisagem que valeu a pena aquela ida. Pera aí que já conto...


Chegando à casa de titia, abri a porta sem antes chamá-la, como
era de meu costume. Não encontrei ninguém, e, por incrível que
pareça: a casa estava silenciosa, o que era muito raro, pois
normalmente a Tamires, aquela desgraçada, passava o dia ouvindo
música no som alto, perturbando não só titia, mas até mesmo os
vizinhos que já pensaram mil vezes em denunciá-la. Voltando, e agora?
Quem ia me dar o tempero? Bom, como era longe a distância entre
minha casa e a dela, me pus a procurar o tempero sozinho dentro do
armário, das panelas, procurei até mesmo em cima da geladeira. Ah...
Tu achas que eu iria andar tanto para voltar pra casa sem o tempero?
Acertaste. O tempero, não o encontrei mesmo. Já estava pessimista.
Não apenas perdi a cena da hora do meu desenho favorito como perdi
meu tempo e estava com o dedo doendo da topada. Vida desgraçada,
né? Não meu amigo, a vida não é desgraçada quando ela oferece a
vista de uma adolescente de dezessete anos tocando siririca. Não, tu
não leste errado.


Pois bem, quando eu estava prestes a partir, mesmo sem o
tempero, ouvi uns sussurros um pouco alto. Estava sem entender.
Sussurros? Caminhei um pouco pela casa, fui lentamente seguindo o
barulho. Até que entendi que vinha do quarto de Tamires, será que
somente ela estava em casa? Por ser um sábado, acho que titia
realmente saiu com aquele seu marido inútil, deixando Tamires
tomando conta de tudo. Como tinha um pequeno rombo na porta, me
pus a olhar. Cara... Lá estava ela de pernas aberta para o espelho com
o ventilador em direção à sua xota. Seu dedo atolado, e já lubrificado
pelo seu líquido fresco, escorregava por aquela buceta apertada, que
por sinal, ostentava de pequenos pelos pela lateral. Ela dizia frases
bem baixinho: “uoy, amor”, “au, P-Pâmela”, quem era Pâmela? A
desgraçada era lésbica e eu não sabia. Do nada ela pegou o celular que
estava na cabeceira da cama. Pôs no instagram da tal Pâmela,
começara rapidamente a estalkear a moça. Quando vira a foto recente
de Pâmela, que, por sinal, era uma foto de biquini, não se aguentou,
aumentando os movimentos do dedo na xota e sussurrando enquanto
se olhava no espelho “chupa, chupa mesmo”, incrível a imaginação dela! Pensei comigo: ela estava tacando o dedo na buceta e imaginando a Pâmela chupando. Quê? Enfim, deixa eu continuar: é lógico que, enquanto ela fazia aquilo, meu pau lutava contra minha cueca. De repente. Taquei a mão por dentro da cueca e também me masturbava vendo aquilo. Enquanto Tamires tirava o dedo da buceta
e o levava para a sua boca, deliciando-se do seu próprio sabor, eu,
vendo tudo aquilo, imaginava-me chupando-a com o tesão que estava
naquele momento. Houve uma hora em que ela cuspiu em uns três
dedos e os empurrou com essa saliva, óbvio que a sua xota ficou
absurdamente apreciável, lubrificada com seu líquido e com a saliva
daquela boca que beijei somente quando tinha meus treze anos,
brincando de esconde-esconde com ela. Ah, Tamires! Se eu soubesse
que tu ias ficas tão gostosa assim, teria era beijado essa buceta em
vez da boca, hoje me gabaria. 


Tu terias de vê-la quando pôs o ventilador mais próximo da xota
e o orgasmo veio tão lindo como a cachoeira Salto Ángel. Ela se
contorceu tão deliciosamente. Depois do acontecido, seus olhos ainda
estavam fechados, todavia os dedos tiravam o restante do líquido que
restou na xota. Esse foi seu momento de “meditação”. Que coisa linda.
Logo depois de uns instantes, chupava seus dedos com tanto amor que
nessa hora não me aguentei e fui ao meu limite, gozando também,
melando a cueca primeiro, depois as calças. Merda. O pior de tudo foi
que gemi. Puta que pariu. Quem geme tão alto numa punheta? Lógico
que ela ouviu. Vestiu uma toalha e abriu a porta do quarto. Não deu
tempo de correr, muito menos de me esconder. Lá estava eu, com cara
de cu. “oi, então... Não é nada, só estava vendo tu batendo siririca,
pô”, lógico que eu num disse isso. Ela ficou me olhando por instantes
e disse:
“Rob?”,
“É... vim pegar o tempero e...”
“Hahah”, riu simpaticamente. Não custou muito de ver o estrago nas
calças.
“Isso melado é o quê?”
“Unh... Olha, eu estava vendo você..”, não sei o que porra fui falar, só
sei que saiu essa frase, tu tinhas que ver a minha voz fina enquanto
pronunciava isso... Decepção!
“Eu? Mentira. Tu me viste...”
“Vi você tocando siririca, mas fica suave. Não contarei a ning...“, ela
me interrompeu me beijando. A desgraçada chupou minha língua tão
bem. Ali eu segurei com as duas mãos na sua bunda. A toalha caiu, fomos direto pro quarto. Fechei a porta, derrubei o ventilador e deitei-
a na cama, levando a minha boca para a direção que eu realmente queria. O resto da história é pessoal.

 

Escrito por Danilo Soares



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