Sagrado obsceno - Poema hot - Orgia

Sagrado obsceno - Poema hot - Orgia

 Ninguém fica de fora do bom tom
agitado pela vida, pois é esse sabor,
deleite, magia eufórica e estirada,
como se vida fosse um sommelier de gente
e a gente, vinho de todo jeito
gente tem a graça dum riso infanti
gargalha a malícia do riso fácil
rindo vida, morte e pessimismo.

água molha os corpos já molhados
pelos rios transbordavam água corrente
acorrentava a gente levando
o sabor que Baco abençoa.
cheiro do sexo de gente
liberdade aos excessos
misérias do íntimo
Sobe o levante para o gosto do próximo.

beijo a tua boca
e a boca abraça a tua agonia
desce teu gosto à garganta
agora ela é minha
Próxima
encontro minha alma nos pelos de duas ruivas,
as almas delas no teu corpo nu
duro
Próximos
tua língua alcança o sexo de duas loiras,
e a minha boca o e de dois pretos
deuses e ninfas
adolescentes quase adultos usam
coroas boas em suas jovens cabecinhas
abraçam a causa da geração passada.
e suas almas se esfregam nos dedos
calma
e com dedos esfregam a alma
subindo paredes num rápido prazer.
Baco pelo Baco,
cabeças o que sabem?
Não, nada.
se para a esquerda e a direita vem
xotas nuas rosas e perfumes.


 

Escrito por Marina Mah e Danilo Soares

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