Wanny Costa (poema)

Wanny Costa (poema)

Cantava entre as brumas a perseverante
Que sente muito mais do que um humano
Que sempre anda com seu sorriso infante
E as mãos tênues, a tez como um pano

Une-se a isso seu coração que balouça
Como a sua alma agitada que reluz
Igual à prata nova de uma louça
Cada pulsar recende o aroma de uma luz

A sua voz inspira um sidéreo luar
Qual clarifica a noite e faz o som ecoar
E uma segunda manhã nasce da noite

Com suas mãos, o imensurável mar
De seu futuro arromba de par em par
E que seu coração não mais se afoite

 Cristian Lima
06/06/2021

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